Para onde me leva essa saudade dos tempo idos
que como os trilhos
passam velozmente
que como os trilhos
passam velozmente
em vídeo-tape
televisionando momentos vividos
dos quais,
muitos, pensei ter esquecido?
Para onde me leva esse futuro
que tão velozjá se tornou presente
e tão efêmero
tornou-se obscuro?
Quem sabe
em algum lugar
encontrarei respostas
e no futuro me farei perguntas
que saciem esta incógnita infinda?
Ou..
Como os vagões
apenas chegam a próxima estação
E não ao fim?
Fátima Mota



Acredito que nada é por acaso. Os textos nos escolhem, pois adivinham nossos momentos. Como esse que adivinhou o meu. E, sendo seu, tem duplo significado, mesmo que não tenha sido para mim, agora meu é. Um abraço. Gostei do blog, sim. Deixe de ser modéstia. Bj.
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