Bateu com o copo na mesa
Bebeu todo o líquido do pote
Berrou o seu grito de morte
Brindou a alegria e a sorte
Brincou com a própria tristeza
Brilhou no seu dia de glória
Bebeu um gole a mais
Bateu com a língua nos dentes
Brigou e saiu tão somente
Bailou na noite escura
Bateu com o carro no poste
Berrou sem ter quem lhe resposte
Beijou seu sonho diurno
Bancou o palhaço sozinho
Bramiu a palavra em desuso
Brecou aturdido no muro
Quedou com a cara na porta.
*Fátima Mota*
O que penso, o que às vezes sou ou... apenas divagações.Transito entre a pintura e a poesia e aqui exponho minhas idéias ao deleite ou à crítica de alguém. "Por vezes à noite há um rosto / Que nos olha do fundo de um espelho / E a arte deve ser como esse espelho / Que nos mostra o nosso próprio rosto ". Jorge Luis Borges
Meu coração - João Caetano
terça-feira, 18 de agosto de 2009
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Clarice Lispector
Mas há a vida
Mas há a vida que é para ser intensamente vivida, há o amor. Que tem que ser vivido até a última gota. Sem nenhum medo. Não mata.
Mas há a vida
Mas há a vida que é para ser intensamente vivida, há o amor. Que tem que ser vivido até a última gota. Sem nenhum medo. Não mata.


Belo este poema, como esse que enconrei ali:http://painel-cbje.blogspot.com/2008/12/painel-interativo-da-cbje_22.html#comments
ResponderExcluirParabéns!
José Heber
www.joseheber.blogspot.com